Criopreservação

O laboratório de criopreservação GSH é onde se processam as células colhidas de pacientes que serão submetidos a um transplante de medula óssea. Esse laboratório existe para o congelamento dessas células, pois sem esse congelamento seria impossível atender a grande maioria de pacientes que realizam um transplante.

O transplante dessas células-progenitoras hematopoiéticas requer, na maioria das vezes, a criopreservação, a fim de manter a viabilidade dessas células até o momento da infusão, que pode se dar em meses ou até anos após a coleta. A criopreservação adequada é feita ao submeter a suspensão celular a velocidades lentas de congelamento (1º a 3 ºC/minuto) e com o emprego de substâncias chamadas crioprotetoras, um agente coligativo que diminui o conteúdo de água livre tanto no espaço intra como no extracelular. Portanto, este composto diminui o tamanho e o número dos cristais de gelo. A formação de cristais de gelo durante o processo de criopreservação é um evento importante e é a principal causa de destruição celular e retardo na recuperação medular após infusão das células descongeladas. O descongelamento, por sua vez, é feito rapidamente.

A utilização das células pluripotentes criopreservadas, presentes na medula óssea ou no sangue periférico após sua infusão permite a recuperação medular após a administração de altas doses de quimioterapia.

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